De tudo o que aprendi vivendo é que ferir-se é algo inevitável quando realmente se vive.
Seja feito no corpo ou na alma, o corte nunca é o mesmo e nem é igual a sua profundidade.
Também não é o mesmo o tempo em que se permanece em cuidado, o momento de cicatrizar, nem a hora certa de tirar o curativo.
É inevitável ainda, as vezes que magoamos a ferida, reabrimos o ferimento e observamos mais uma vez que o sangue percorra nossa estrutura.
Alguns cortes doem mais do que outros,
muitas deles apenas fingem que não doem, se esquecendo que a dor faz parte do processo natural de cicatrizamento.
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