sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Houve um tempo
em que meus dias foram todos iguais, e que viver já não fazia nenhum sentido. Felizmente eu descobri, não cedo, nem tarde de mais, que dias únicos pedem momentos inesquecíveis
e que viver intensamente é muito mais do que julgar-se feliz, e pra isso, esse
tempo que não me da tempo pra vigiar
meus passos, exige que eu seja extremamente original nesse arte que é viver.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011

Talvez um dia você saiba o quanto foi feliz e quanto
poderia ter sido mais, mas em vez de talvez um dia, por que não nesse dia? O hoje
é tão valioso quanto o dia em que imagina que vai perceber tudo isso.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Passado inapagável
Quisera eu poder
esquecer aquilo que me obrigo a pensar.
Poder apagar os
fantasmas que em minha mente se desenham;
E as sombras que
riscam minha razão, deixando rabiscado esse tolo coração.
As palavras se
tatuam em minha pele marcada;
A verdade sangra
enquanto é escrita.
E quando me vejo
a acompanhar com os dedos as voltas de cada letra;
Assisto essa triste
caricatura se manifestar em minha face incompreendida.
Dei-me tempo,
dei-me um novo papel;
Algo em branco que
eu não torne preto novamente.
Reconheço que
nada pode destruir os episódios desta triste história;
Mas uma nova folha em branco pode me permitir
tentar acertar mais uma vez.
Dúvida
É puramente uma dúvida
que me desconcerta os sentidos.
Uma incerteza capaz de acelerar
minhas palavras pequenas.
E enquanto eu me guio
por elas;
Percorrendo caminhos
perdidos em mim mesmo;
Vejo que procuras cansadas não me impressionam
mais;
Não havendo nada fora
de mim, mas nada dentro do lugar.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Vestígios de sentido.
Hoje descrevo as cenas de uma
vida improvisada;
As memórias de meu passado
apedrejado pelos erros que abrigou.
Percebo que cada pedaço impar que me faz ser
eu, esperou um tempo irreparável para se encaixar.
Não encontrou ainda um
sentido, apenas um lugar familiar que os fez descansar.
Os gritos que tomavam minha
alma;
Agora não impedem mais que eu
escute meu coração.
Foram calados pelo silêncio;
A doce melodia sutil, que me
fez conhecida aos olhos ternos da calma.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Loucuras Irremediáveis
Tenho em mim todas as perguntas que a ignorância repugnara;
Porém, nenhum fragmento de resposta para amenizar essa eterna
interrogação.
Sou uma realidade na busca inútil de ser explicada;
Um mistério na caminhada incerta de ser resolvido com a indignação.
Às vezes desejo ser as soluções desse incompreendido coração; mas
tudo o que consigo me tornar é uma nova questão.
Sou um louco unido aos meus enigmas;
Um obcecado pelas respostas que se abrigam em mim.
São elas hospedes indesejados que se trancam a uma suplica
exaustiva de me encontrar;
Evitando ser o remédio de uma loucura irremediável.
Pensamentos Conflitantes
Pensamentos conflitantes perturbam o que resta de uma mente
atormentada;
E em meio aos devaneios ingênuos, me julgam as palavras para
depois enforcá-las em sinal de minha sentença.
Meu mau e doce desejo de amar;
Como és perfeito em ser controlador;
Chego até experimentar sua sombra, em zombar da tamanha
fraqueza que é ser de carne, eis aqui que lhe mostro a minha dor;
E sentir por meio delas, aquilo que não me deixas te tocar.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Inconstante espera de amar.
Eu observo cada detalhe teu;
E me surpreendo a perceber que os amo intensamente.
Vejo tal sentimento trasbordar sobre minhas palavras
desorientadas;
Atropelando todo e qualquer vestígio de sentido meu,
transformando essa nostalgia em uma mera respiração irregular.
Reconheço que esse coração que bate inocente em tuas mãos,
não pertence mais ao meu peito;
Fora- lhe oferecido nessa inconstante espera de amar.
E mesmo agora
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Meu
pobre coração desajeitado,
Que
de tão pouco desejado,
Faz-se
desconhecido por esse ser incompreendido chamado amor.
Coração
desconfiado,
Que de de tantas vezes enfeitiçado,
Resolveu
mascarar a dor.
Mas
que tolo esse coração!
Pensou
ser o caminho curto o mais certo pra sua decisão.
E
acabou despedaçado, chorando desconsolado, pelos mistérios de uma paixão.
Agora
ele vive trancado,
E
pelo tempo congelado
Sarando
as feridas que o desejo lhe causou naquela transitória solidão.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Permaneceis na indiferença quanto a minha partida,
Porém, chegarás o dia em que sangrará por minha volta.
És tão indigno de pronunciar tais pedidos,
Que arrancará tu mesmo esse teu coração em sinal da loucura e do desespero que me enfeitiçara.
Quanto a mim,
Que depois te teu desprezo expulsei minha alma sem mesmo ouvir-lhe suas súplicas,
Esperarei o dia em que ela retorne, para implorar-lhe meus serviços, sendo assim, seu eterno e fiel escravo.
Assinar:
Postagens (Atom)